Seguimos para o Rosário. Entramos no ônibus. Decidimos descer no ponto final. Lembrei-me do local do ponto final e garantia que eu estava certo. Só que não. Descemos próximo à caixa d’água do bairro. Seguimos então por uma rua em subida, Foram cerca de 20 minutos de caminhada. Até que avistamos a escola e também o verdadeiro ponto final. A reação das meninas foi imediata, e fui alvo de várias reclamações. “Como você faz a gente andar isso tudo” falava Carolina em tom de revolta.
| Alto
do
Rosário
– O Ponto final ficava próximo aos
terrenos
particulares
invadidos. Ao
fundo,
a
Escola
Municipal
Dom
Luciano
Mendes
de
Almeida.
FOTO:
Carolina
Brito. |
Resolvemos entrar na área invadida para tentar avistar algum morador. Abordamos uma senhora. Muito simpática, respondeu todas as perguntas. Nos despedimos e vimos que estávamos perdidos. Andamos e nos deparamos com um morro. Começamos a subir e vimos que ele possuía uma particularidade. Várias pedras soltas dificultavam a caminhada.
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Alto do Rosário - Subida íngreme
não foi problema para que conseguíssemos nossas fontes. FOTO: Carolina Brito
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As meninas tinham dificuldades em subir. Várias vezes tive que ajudá-las. A rua era de terra, sem nenhum calçamento. A chuva do dia anterior trouxe os entulhos, que estavam dificultando a passagem.
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